A próxima geração de IoT \+ Edge será impulsionada pela explosão de dispositivos conectados, dados em tempo real e exigências de performance. Estima-se que o número de dispositivos IoT ultrapasse 39 bilhões em 2030[1], exigindo processamento local para evitar gargalos. A computação em nuvem e na borda consiste em distribuir cargas de trabalho entre datacenters remotos hiperescaláveis, hubs regionais e nós locais, otimizando desempenho ao considerar fatores como latência, custo de tráfego, soberania e segurança dos dados[2]. Em especial, workloads de IA vêm sendo descentralizados: modelos de machine learning e inferência são treinados e executados tanto na nuvem quanto na borda para reduzir latência e dependência da infraestrutura centralizada[3].
